Não dá mais para adiar. O Brasil estreia hoje na Copa do Mundo contra a Suíça e, indiscutivelmente, é a principal candidata ao título na Rússia. A reviravolta do 7x1 a todo esse favoritismo tem nome e sobrenome: Adenor Bacchi ou simplesmente Tite. Fazendo mudanças pontuais no time e alternando o estilo de jogo brasileiro, cinco vezes campeão, a Seleção Brasileira voltou a ser destaque no cenário mundial, jogando o melhor futebol do mundo outra vez. Ainda assim, inicia o Mundial encarando os suíços, que representam as maiores ameaças ao Brasil dentro do grupo.
O Brasil é o único país que disputou todas as edições de Copa do Mundo. Desta vez, com um elenco extremamente qualificado e unido (podendo ser comparado ao grupo do penta, em 2002), Tite organiza a seleção em um 4-1-4-1, com Casemiro buscando a roubada de bola e Paulinho chegando à frente para tentar surpreender. Evidentemente, com Marcelo e Neymar, o lado esquerdo brasileiro será o setor mais procurado para vencer os jogos. Outro fator que credencia a conquista canarinha são os chutes fortes de longa distância de Philippe Coutinho. Ademais, Neymar e Coutinho contam com a velocidade de Willian e com os gols de Gabriel Jesus para os auxiliarem a trazer o hexa para o país.
Jogando no 4-2-3-1, a Suíça tem uma defesa bastante organizada. Além disso, a base do time em 2018 é praticamente a mesma de quatro anos atrás: Sommer, Lichtsteiner, Schär, Ricardo Rodríguez, Granit Xhaka, Dzemaili e Shaqiri atuaram na Copa há quatro anos. Shaqiri é o homem mais rápido e criativo desse meio, podendo ser um armador e ponteiro durante uma mesma partida. Os laterais são constantemente acionados pelos meias mais técnicos, principalmente por Xhaka. Lá na frente, isolado, Seferovic é a esperança nas bolas aéreas, porém não está em boa fase e foi vaiado pelos suíços durante as Eliminatórias.
Palpite: Brasil
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