Um time que fez o máximo para ficar em segundo em seu grupo e uma seleção que fez pouco, mas se classificou em primeiro pelo fato de ter um elenco invejável; este é o panorama de Rússia e Espanha, respectivamente.
Os russos surpreenderam ao se classificarem no Grupo A com duas vitórias e uma derrota para o Uruguai (que já está nas quartas). Sendo uma das gratas surpresas da fase inicial, o ataque marcou oito gols. O país-sede conta com o apoio local e com a boa fase de Cheryshev para eliminar os espanhóis, considerados um dos grandes favoritos a conquistar o Mundial.
A Espanha chega pressionada pelo resultado. Caso seja eliminada, teremos uma zebra daquelas na Copa do Mundo. Campeã em 2010, a Fúria manteve o time-base que encantou o planeta, mas que fracassou no Brasil, há quatro anos. A mescla entre atletas de Real e Barcelona potencializa a posse de bola, as triangulações e o ataque com uma referência. Eles ainda não demonstraram tudo o que podem; se isso acontecer, estará próximo do objetivo, que é levantar a taça pela segunda vez em sua história.
Palpite: Espanha
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