Peru e Dinamarca fazem seus primeiros jogos no Grupo C já com a responsabilidade de estrear com vitória, visto que a França conquistou três pontos, hoje mais cedo, diante da Austrália. Desta forma, as duas seleções vão brigar até o fim pela segunda vaga. Mas, embora estejam longe do nível da forte Seleção Francesa, o duelo entre as equipes é interessante, com escolas diferentes no modo de jogar, mas, que ainda assim, buscam a organização tática.
O Peru volta a disputar uma Copa do Mundo desde 1982. Há 36 anos, os peruanos esperavam ansiosamente pela oportunidade, cujo salvador da pátria foi o ídolo Paolo Guerrero. Há três semanas do início do torneio, a FIFA liberou o atleta após ter sido julgado em um possível caso de doping. Sendo assim, Paolo receberá o auxílio das conhecidas facetas de Cueva, Flores e Advíncula; o primeiro ainda joga no Brasil pelo São Paulo e os outros dois passaram por Flamengo e Ponte Preta, respectivamente;
Na formação 4-5-1 é que Ricardo Gareca (ex-treinador do Palmeiras) conseguiu solidificar o sistema através do vigor físico dos jogadores e da agilidade de Carrillo para deixar Guerrero em posição favorável para marcar.
Christian Eriksen, meia do Tottenham e preterido pelo Real Madrid, é o principal jogador desta Seleção da Dinamarca. Criativo, Eriksen costuma utilizar o jogo com os ponteiros Pione Sisto e Poulsen para incendiar as partidas. Sendo assim, pela própria movimentação dos "velocistas", a formação varia de um 4-5-1 até um 4-3-3. O mais interessante acerca desta equipe é que não há uma maneira padrão de atuação, a Dinamarca joga conforme o adversário se apresenta nos minutos iniciais; podendo reagir com posse de bola, contra-ataques rápidos ou em ligações diretas com os jogadores mais altos do ataque
Palpite; Empate
Comente