A chegada de Leila Pereira ao Palmeiras foi predominante para uma ascendência inexplicável. O dinheiro "inesgotável" abriu portas para o título da Copa do Brasil em 2015 e do Brasileirão no ano seguinte. Abertamente, a presidente da Crefisa assumiu ter vontade em ser presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras. Enquanto corre atrás do objetivo, patrocina e banca as contratações mais caras do futebol brasileiro para que o Palmeiras se torne imbatível.
É evidente que a temporada passada não foi uma das melhores. O Palmeiras viu o maior rival, o Corinthians, vencer o Paulistão e o Campeonato Brasileiro. Além disso, conseguiu apenas o vice-campeonato do mesmo, o que foi muito pouco para as pretensões traçadas em Janeiro. Em 2018, novamente com muitas mudanças, as fichas são depositadas quase que inteiramente no eneacampeão nacional. Chegaram o goleiro Weverton, os zagueiros Emerson Santos e Thiago Martins, os laterais Diogo Barbosa e Marcos Rocha, os meias Lucas Lima e Gustavo Scarpa e o treinador Roger Machado. Sem contar no retorno de Allione, Victor Luís e Artur.
O elenco recheado de bons jogadores credencia o favoritismo palestrino tanto no Brasil quanto no continente. Porém, nem tudo é o que parece ser. A disputa acirrada pela posição no time titular pode ser um fator negativo para a construção do DNA alviverde. O atacante Keno acabou de receber uma oferta milionária de um clube árabe. Hoje, em parceria com Dudu, o jogador serelepe teria um lugar entre os 11 iniciais sob o comando de Roger.
Há mais vantagens que desvantagens ao receber um patrocínio como o da Crefisa. As chances de grandes títulos aumentam consideravelmente, mas a pressão diária da Turma do Amendoim também cresce à medida que os resultados não se confirmam. A missão palmeirense não é a mais simples apesar de todo o investimento que foi feito. Quem define o rumo da equipe são os próprios atletas e não os dirigentes renomados. 2018 será de muito trabalho para o lado verde da capital paulista. Aguardemos os próximos capítulos!
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