Na manhã de ontem, Atlético e Cruzeiro se enfrentaram no Independência. Vimos uma partida equilibrada, de certa forma, na qual os celestes obtiveram a bola no tempo inicial e os alvinegros nos últimos 45 minutos. Poucas oportunidades claras de gol foram criadas por ambas as equipes, caracterizadas pela forte marcação, principalmente do Cruzeiro.
No confronto, as estrelas de Raniel e do técnico brilharam. Havia uma dúvida na escalação quanto ao centroavante utilizado, já que Fred se recupera de lesão. O jovem atacante cruzeirense recebeu passe de Rafinha e tocou na saída do arqueiro Victor. Após a superioridade no placar, os visitantes ficaram com um a menos com a expulsão do lateral Edílson. Com exceção do chute de Ricardo Oliveira na grande área, a defesa de Fábio cara a cara com Erik e a cabeçada no travessão de Léo Silva, o Atlético produziu muito pouco durante a partida inteira.
Já o Cruzeiro fez uma partida melhor. Apesar de ter passado um bom período em desvantagem numérica, soube sustentar a sua meta sem sofrer grandes riscos e contra-atacava bem quando era possível, evidentemente, isso aconteceu mais vezes com a saída de Thiago Neves (fora de ritmo), que deu lugar ao uruguaio Arrascaeta.
No clássico, o destaque principal foi a arbitragem: novamente, sem critérios e muito ruim para os dois lados. Erik e Léo eram para terem sido expulsos; Edilson não. Quando é que vamos ter grandes árbitros no Campeonato Mineiro? Enquanto não acontece, veremos muitas confusões por aí...
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