White Martins

Após 30 anos, funcionários da White Martins se encontram em confraternização

No último sábado (02), aconteceu na sede da AACC uma confraternização de iniciativa pessoal, que reuniu vários trabalhadores da White Martins da década de 80/90, esse grupo de amigos trabalhavam na empresa e eram integrantes da “LETRA B”. As equipes de trabalho da empresa naquela época eram divididas por turno e do turno "Letra B" os líderes eram Geraldo Paiva e Álvaro Vaz.

A Fábrica de Carbureto da White Martins começou a ser construída na final da década de 70, início dos anos 80. Os engenheiros e técnicos que seriam as lideranças das áreas operacionais começaram a chegar em Iguatama em 1984, sendo a maior parte deles vindo de outra unidade da White Martins, que ficava em Barra Mansa/RJ. Como acontece até hoje, a Fábrica de Carbureto opera 24h, com as equipes de trabalho se revezando em períodos pré-definidos, conhecidos como Turnos. 

A confraternização reuniu cerca de 40 operários daquela época, dentre eles profissionais de diversos segmentos e setores como vigilantes, motoristas, enfermeiros, técnicos de produção, eletricistas. Porém, esse número é maior, e os organizadores conseguiram encontrar cerca de 60 funcionários, alguns infelizmente não puderam comparecer.

O clima era de total felicidade e descontração entre os participantes que puderam reencontrar amigos de longas datas ou outros companheiros que eles não encontravam há muito tempo.

Geraldo Paiva, um dos organizadores da confraternização, conversou com a gente: "O período ao qual nos referimos foi de muito aprendizado e trabalho que era realizado com entrega, dedicação e companheirismo. Mesmo com a empresa realizando festas para Aniversariantes e de fim de Anos, na “Letra B” sempre tínhamos encontros extra fábrica. Eram eventos bem específicos, só para os que estavam na equipe e serviam para fortalecer os laços entre seus membros. Acredito que as lembranças dessas reuniões estão ligadas às memórias afetivas de cada um de nós que delas participou e fez com que a ideia da Confraternização fosse tão bem aceita.”              

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